8.7.08

Caminho tortuoso

Depois de quase seis meses, hoje, dirigindo pela cidade, peguei o caminho da universidade e não o do antigo trabalho. O lugar para o qual eu iria era nos arredores do ex-emprego. Quando dei por mim que ia distraidamente pra escola, uma sensação de que finalmente tô me apropriando da nova condição...

Fefê



3.7.08

Deus é pai !


Fefê



2.7.08

Desencanto...

Não havia conseguido me inspirar ainda depois dos 36, mas vou me esforçar... Como a gula é um prato cheio pra mim, recomendo : filé ao molho de jabuticaba com purê de batatas,
daqui. Aliás, o café é um canto que aprecio de longa data, no caminho de volta do malucólogo*, é parada obrigatória para reorganizar as idéias ou folhear um livro ou comer um petit gateau, que ninguém é de ferro ! Estive lá almoçando o dito filé no aniversário, três dias depois, no lançamento de um livro, e ainda, na segunda, em outra comemoração de aniversário. Quem passar por lá por esses dias, ainda pode apreciar as lindas telas da Mariana Gabarra...


*Termo cunhado pela inspirada amiga Helê Frida
Fefê



24.6.08

E hoje é o meu dia ...


Fefê



20.6.08

Hoje é dia de Maria...

Nasceu a
Maria Luísa, minha companheira de junho, somente quatro dias separam nossos aniversários. Subverteu as semanas de gestação e passou raspando do signo canceriano. Vai ser inventiva e especial como costumam ser os geminianos. Vida longa pra minha mais nova priminha que em sua estréia no mundo já se mostrou uma garotinha de atitude !...


Fefê



19.6.08

Sonhei com pai. Mas, não foi um sonho triste, ele estava bem sorridente, como se estivesse em alto astral...
A gente conversava sobre a morte e ele respondia alguma coisa assim, "que mané morte, menina", de um jeito bem irônico, como ele gostava de brincar...Eu acordo e continuo com a sensação de que ele está em casa, sentado na varanda, como sempre esteve...mas aí é que o sonho começa, de fato...

Fefê



17.6.08

Porque essa poesia atravessou meu caminho hoje pela manhã e penso que não foi por acaso :

Bem no fundo
(Paulo Leminski)

No fundo, no fundo,
Bem lá no fundo,
A gente gostaria
De ver nossos problemas
Resolvidos por decreto
A partir desta data,
Aquela mágoa sem remédio
é considerada nula
E sobre ela - silêncio perpétuo
Extinto por lei todo remorso
Maldito seja quem olhar para trás,
Lá prá trás não há nada,
E nada mais.
Mas problemas não se resolvem,
Problemas têm família grande,
E aos domingos saem todos a passear
O problema, sua senhora
E outros pequenos probleminhas

Fefê



16.6.08

Do fundo do baú...

O reinado do Ben 10 está seriamente ameaçado por ninguém mais ninguém menos que :



Didi Mocó caiu nas graças do filhote.
E eu respiro aliviada...antes um Sonrisal Colesterol que um bando de alienígenas...

Fefê



11.6.08

"Ando, meio desligado, eu nem sinto meus pés no chão..."

Como inferno astral pouco é bobagem, todos os trabalhos do semestres caíram nesta semana, inclusive a apresentação do projeto. A primeira vez a gente não esquece, suei frio, o coração disparou, a voz embargou, esqueci um tanto de detalhes, mas falei. Ainda derrubei uma garrafa d'água no meio da sala, pra marcar bem minha estréia. Mas, dos males, o menor...

Fefê



5.6.08

Porque no meio da tristeza aparece uma amiga pra te fazer sorrir :

"Oi, Fefê,
Só pra dizer que ainda há pouco vi uma revoada linda, quando eu voltava da Pólen, e lembrei-me da sua homenagem. O bando ia em direção às montanhas de Nova Lima, e elas estavam especialmente belas, quase douradas, efeito da luz do sol de meio-dia, nesse quase inverno. Acho até que vi um pássaro novo no meio do grupo... Força aí, amiga. Beijo
"
(Da Dani H.)

Fefê



3.6.08

Seu Dedé*
(09/08/2003)

Meu pai tem apelido de trapalhão, mas é sério como só ele. Tanto assim que sempre é chamado de "Seu Dedé". Tanta rigidez tem sua razão de ser. Filho mais velho de uma família de quatro irmãos, perdeu o pai cedo e logo teve que encarar a vida dura. Ainda moleque já juntava seus trocados vendendo doces pela cidade ou engraxando sapatos. Sempre esperto, sempre atento, sempre alerta, já dava mostras do grande empreendedor que seria. De uma família muito pobre, quase não estudou, em compensação, trabalhou muito. Formou uma bela família, de seis filhos, mas quase não teve tempo de nos curtir. Pra dar conta de todo o trabalho na fazenda, saía muito cedo. Quando chegava à noite, exausto, usando seu chapéu de palha, uma marca registrada, era a conta de descansar. Cresci vendo-o sempre assim. Trabalhando muito e falando muito pouco também, como um típico mineiro. E esse homem de poucas palavras, poucos colos, poucos carinhos, outro dia me surpreende chorando copiosamente ao ouvir uma seresta. Também me espanta ao confessar que reza pra mim todas as noites. Deixa-me abobalhada, ao morrer de rir com o xixi que o Henrique fez no seu colo. Mas aí, sem quê nem pra quê, volta a ser pai. E me pergunta se estou dando conta direitinho do meu serviço e se chego pontualmente ao trabalho...

* Homenagem ao meu pai que, ainda há pouco, virou passarinho...

Fefê



28.5.08

Amanhã, 29, 18h30, no Campus Pampulha, UFMG :


7 ou 8 Peças pra um Ballet, Grupo Corpo

Fefê



27.5.08

Duas notícias. Uma muito boa, o orientador elogiou a última versão do projeto de pesquisa. Outra muito ruim, não fui classificada dentro dos níveis de carência, o que me prejudica na seleção da bolsa. Depois que li a primeira notícia, quis correr pro computador e escrever algumas linhas, mas a segunda notícia cortou meu embalo. Fui de alto a baixo nível em poucos minutos, humpf !
Fefê



19.5.08

Como ter mau-humor na segunda-feira se a caixa de e-mail tem mimos assim ?!!...

"O saldo do final de semana é positivo, mesmo sem contar a alegria que é ter você ao meu lado..."


Fefê

Já encomendou a sua ??
Eu recomendo, a minha sapatilha é fofíssima!!!!!

Criação da Patty Caetano, arte.caetano@gmail.com

Fefê

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