28.5.08

Amanhã, 29, 18h30, no Campus Pampulha, UFMG :


7 ou 8 Peças pra um Ballet, Grupo Corpo

Fefê



27.5.08

Duas notícias. Uma muito boa, o orientador elogiou a última versão do projeto de pesquisa. Outra muito ruim, não fui classificada dentro dos níveis de carência, o que me prejudica na seleção da bolsa. Depois que li a primeira notícia, quis correr pro computador e escrever algumas linhas, mas a segunda notícia cortou meu embalo. Fui de alto a baixo nível em poucos minutos, humpf !
Fefê



19.5.08

Como ter mau-humor na segunda-feira se a caixa de e-mail tem mimos assim ?!!...

"O saldo do final de semana é positivo, mesmo sem contar a alegria que é ter você ao meu lado..."


Fefê

Já encomendou a sua ??
Eu recomendo, a minha sapatilha é fofíssima!!!!!

Criação da Patty Caetano, arte.caetano@gmail.com

Fefê



12.5.08

A grande notícia do ano*

São muitos os acontecimentos que marcam nossa vida ao longo dos anos. Uma mudança de governo, uma política econômica, a morte de um grande líder, uma importante descoberta científica. O mundo gira e muda o tempo todo e até o que acontece do outro lado do planeta pode interferir na sua vida. Mas existem outros grandes e importantes fatos que, embora menos badalados e divulgados, também podem trazer mudanças profundas.... 2002 pode ser apenas uma seqüência de números para alguns ou um ano qualquer para outros tantos. Mas, na vida de uma mãe, podem ser 365 dias de mudanças diárias. Depois de nove meses de espera, em 21 de outubro daquele ano, um bebê de carinha enrugada entrou no meu mundo e mudou seus contornos para sempre ! Ter me tornado mãe não abalou as bolsas nem fez cair nenhum presidente da República, mas, no meu universo particular, minha vida nunca mais foi a mesma...Era o começo de um admirável mundo novo....
Lembro-me de que foi um ano especial, o Brasil conquistou o pentacampeonato mundial de futebol no Japão quando meu filho ainda estava na barriga. Foi uma festa em verde e amarelo em todo o país! Nos meus primeiros dias de mãe, outro grande acontecimento, as eleições para presidente da República. Ainda atordoada pela grande novidade que assolava a minha vida, corri a uma seção eleitoral para justificar minha ausência nas eleições. Não podia votar, pois um bebezinho me esperava em casa, afoito pelas primeiras mamadas. Enquanto me entendia com fraldas e amamentação, o Brasil comemorava a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente da República. Foi notícia no mundo todo o país ter elegido um presidente operário com 53 milhões de votos. No meu íntimo, ainda impactada pelas novidades da maternidade, torci para que aquele novo governante fizesse do nosso país um lugar mais justo e mais bacana para meu filho, que acabava de se tornar um brasileirinho, e para os filhos de outras tantas mães de primeira viagem ou não...
Além desses grandes acontecimentos no futebol e na política, o ano foi especial também no mundo das letras. Em 2002, poucos dias após o nascimento do meu filhote, o país comemorou o centenário de Carlos Drummond de Andrade, um dos grandes poetas brasileiros. Drummond escreveu lindamente sobre a infância, o amor e a amizade e, ao contrário do que temia, continua aclamado após sua morte. Mineiro e motivo de orgulho para nós, seus conterrâneos, o poeta soube usar as palavras com maestria em muitas e muitas obras.
Mas o escritor também tratou de tristeza e desencanto. Como escreveu certa vez, “tinha uma pedra no meio do caminho”. E foi assim em 2002, para além do Brasil, o ano ficou marcado não somente por vitórias e comemorações, mas também pela tensão da eclosão de uma nova guerra, que veio a se confirmar em 2003, quando os Estados Unidos invadiram o Iraque. Infelizmente, muitos civis, entre eles, crianças e bebezinhos da idade de meu filho, morreram vítimas de ataques e bombas.
Outra nota triste sobre o ano em que esse novo mundo se descortinou foi o desastre ecológico na Espanha, provocado pelo navio petroleiro Prestige. Antes que meu bebê completasse um mês de vida, o mundo se enterneceu com as manchas negras que tomaram conta do mar espanhol, matando aves, peixes e crustáceos... As águas brasileiras, que meu filho veio a conhecer tempos depois, também sofrem com a poluição, mas é empolgante a atitude da sua geração que, desde pequetita, já quer reverter essa história e puxa a orelha dos que desperdiçam água e energia elétrica ou jogam lixo no chão.
Ao relembrar sobre o ano em que virei mãe, penso que a nossa história, a minha e a de meu filho, está apenas começando e que ela será única. Nossa estrada é cheia de desafios, uns mais outros menos vitoriosos, como foram os primeiros meses da maternidade. Somos dois a tecer uma grande colcha de retalhos, ora com paisagens alegres, ora com paisagens tristes, como as que foram retratadas aqui. A cada dia vamos preenchendo nosso novo mundo com esses retalhos que formam um grande cobertor. O bom é saber que esse cobertor nos protege, especialmente nos dias muito frios...

* Texto criado a partir de um convite da escola do filhote, que comemora 30 anos. Os pais foram convidados a relatar alguma passagem importante da história de suas vidas, fazendo relação com o cenário mundial.

Fefê



7.5.08

Enquanto isso, na academia e no campo...

A melhor definição foi a que ouvi de uma colega, dita por um professor. O mestrando, ao construir seu objeto de pesquisa : ergue uma usina hidrelétrica para explicar como se acende uma lâmpada...Outra boa foi a professora contando que, na pesquisa de campo, precisava se aproximar dos sujeitos. Pra quebrar o gelo, fazia as unhas na comunidade pesquisada. Até que...quase perdeu os dedos deixando a mão de molho numa cuia mofada. Mofos do ofício...

Fefê



4.5.08



"Explode, coração, na maior felicidade, é lindo o meu Cruzeiro, contagiando, sacudindo essa cidade..."


Fefê

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