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15.9.09
Amazônia
Conhecemos um pouco do norte do país nesse fim de semana. Apesar de bem rápido, provamos muitos sabores de Manaus, nos encantamos com o encontro das águas do Negro e do Solimões, e derretemos no calor escaldante. O motorista de táxi riu da nossa cara e disse que estava "até fresquinho", o termômetro marcava 31 graus à noite, mas ele afirmou que escapamos de pegar 33, 34. Contando assim parece exagero, 31 graus podem ser suportáveis, mas a cidade é extremamente abafada. Em compensação, tem um teatro lindo, e ainda tivemos a sorte de descobrir outros encantos da cidade pelas mãos de moradores de lá. Foram eles que nos livraram dos programas de turista e nos levaram a uma lojinha fofa de chocolates e licores, a um restaurante bem rústico, de telha de amianto, mas de peixes maravilhosos, além de um ateliê a céu aberto. Cláudio Andrade faz suas esculturas nos jardins de casa, que é aberta à visitação. Não pude deixar de me lembrar do filhote, que anda estudando os mitos do "folcore", e registrei, para o deleite dele, belas esculturas, do boto e da Iara. Mas, como o peixe morre mesmo é pela boca, as lembranças mais marcantes são das aventuras gastronômicas. Não encarei a maniçoba, nem o tacacá, mas experimentamos peixes deliciosos e nos despedimos da cidade com um café da manhã fantástico. A pedida do lugar é o "cheese caboclinho", um sanduíche com queijo, banana e tucumã, a casca de um côco. Aprovadíssimo!
Fefê
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